Do sabonete

mal entrei no metro pensei que tinham acabado os sabonetes todos do mundo. no pingo doce, continente e similares, nas casas dos chineses ou perfumarias. pensei mesmo que o mundo tinha ficado desprovido de tudo quanto era cheirinhos. que da noite para o dia alguém tivesse varrido sabonetes, gel de banho. coisas destas que nem um euro custam. é manhã e há pessoas que cheiram mal. da boca. dos braços. dos cabelos. cheiram a suor e outras coisas mais e más. foi preciso entrar na primeira carruagem e sair na última. fugir aos pingos de suor, ao rasto do odor inglório.

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